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5º Protege orienta centenas de profissionais em Cuiabá sobre gestão segura e inovadora para indústria
Em: 17/08/2018 às 16:34h por Assessoria de Comunicação - Sistema Fiemt

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Prevenção de incapacidade no trabalho, investimentos na saúde e segurança e o eSocial foram os temas debatidos durante dois dias (16 e 17/08) no 5º Protege - Seminário de Saúde e Segurança no Trabalho, em Cuiabá. Realizado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi MT), o evento reuniu especialistas da área em palestras, mesa-redonda e oficina que capacitaram mais de 300 pessoas.

Eduardo Arantes, especialista em medicina no trabalho, destacou a importância dos investimentos em Saúde e Segurança no Trabalho (SST) pelas empresas em programas de alimentação saudável, apoio à gestação e desenvolvimento comportamental. “Ao investir em SST o empresário terá um faturamento melhor, menos acidentes e um trabalhador saudável produzindo mais. Os benefícios são para todos. Dados simples como absenteísmo, produtividade, FAP/NTEP e programas bem estruturados conseguem mostrar isso, pois não falamos mais de case e sim de algo sistêmico. Uma campanha de R$ 20 mil reais em prevenção, por exemplo, dá retorno superior a R$ 5 reais por cada real investido”, diz. 

Auditor do Ministério do Trabalho e Emprego, José Alberto Maia trouxe para o Protege informações sobre o andamento da primeira etapa do eSocial no país, que engloba 13 mil empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões.  “Antes, tínhamos de falar da importância e impactos do eSocial e hoje tratamos da implantação, pois muitos não acreditavam que aconteceria. As empresas estão tendo dificuldades inerentes à fase de implantação de um sistema dessa magnitude, mas estão corrigindo, por isso vejo com êxito esse processo. A segunda etapa, que se aplicará a oito milhões de pequenas e médias empresas também chegará, por isso é preciso a capacitação dos profissionais, já que não haverá espaço para quem não trabalha direito”, alerta.

Incapacidade no trabalho 

O Protege realizou também a mesa-redonda com o tema “gestão de incapacidade para o trabalho” com a presença de José Maia, da coordenadora do Centro de Inovação em Prevenção da Incapacidade do Sesi Bahia, Lívia Aragão e do técnico do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Claudeci Silva.

Para Silva, a mesa-redonda é a oportunidade para esclarecer pontos que ficam escondidos na legislação previdenciária de pouco conhecimento empresas e população não têm conhecimento. “Muitos trabalhadores não sabem que temos, por exemplo, o programa de reabilitação profissional que custeia a alimentação e o transporte quando o curso é superior a 6 horas. Ou, ainda, para a empresa saber qual o fluxo correto de uma CAT (Comunicação de Acedente no Trabalho) quando o INSS enquadra um NTEP que não precisa de CAT, a empresa não tem necessidade de contestá-la. Por isso normalmente erra o fluxo, devido à semelhança dessas nomenclaturas”, explica.

Entre os principais desafios da indústria estão a higiene ocupacional, ergonomia, prevenção da incapacidade, longevidade e produtividade, afirma Aragão. Para prevenir a incapacidade na indústria, a empresa precisa conhecer quais as principais causas, custos associados e as práticas mais efetivas. “Este debate é importante para dar soluções em uma perspectiva mais ampla, que envolva as empresas e os indivíduos”, declara.

Atualização de profissionais

A participante Suzy Silva, que atua no departamento pessoal, foi ao seminário com a intenção de agregar conhecimento e aprimorar a área de saúde e segurança no trabalho. “As palestras ajudarão muito no dia a dia, juntamente com outros processos que fazemos com o Sesi. Sabemos que o profissional que não souber sobre o eSocial, por exemplo, não vai para frente”, destaca.

O técnico de segurança Alexandro do Espirito Santo participou de todas as atividades do 5º Protege para ampliar seus conhecimentos. “Fui trabalhador da indústria por 11 anos e todo esse tempo via a atuação do Sesi em SST, por isso decidi participar de tudo. As palestras foram muito proveitosas principalmente para saber mais sobre o retorno dos programas dentro da empresa e também para obter esclarecimentos sobre eSocial, que já está valendo depois de tantas dúvidas”.

Ele também esteve na oficina de ruído ocupacional e audiometria, ministrada pela fonoaudióloga do Sesi, Katiussya Amorim e o médico do trabalho da instituição, Ediney Espínola. “A oficina foi ótima para conhecer mais sobre o funcionamento do sistema auditivo e de como fazer a audiometria para lidar no dia a dia com mais propriedade”, completou.

Doações

A entrada solidária recebeu mais de 500 quilos de alimentos que serão doados às instituições Casa Caminho Redentor e Creche Vó Cristina. Sinop é a próxima cidade a receber o Protege, no dia 11/09. As inscrições estão abertas aqui. A entrada é solidária.

Veja mais fotos aqui.

 

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