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Dia Mundial do Diabetes: Sesi oferece curso de orientação para trabalhadores
Em: 14/11/2017 às 15:01h por Assessoria de Comunicação - Sistema Fiemt

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Alimentação saudável e prática de atividades físicas regularmente. A receita é bem conhecida, porém ainda pouco aplicada no dia a dia de quem busca longevidade. No caminho para uma velhice com saúde está o diabetes, doença que atinge 9% dos brasileiros, conforme o Ministério da Saúde. No Dia Mundial do Diabetes (14/11), o Serviço Social da Indústria (Sesi-MT) alerta para a importância da prevenção.

De acordo com a nutricionista da instituição, Roberta Sanches, os cuidados com a alimentação são fundamentais tanto para evitar a doença quanto para mantê-la estável. “O Sesi oferece palestras com duração de 1h e 4h que tratam dos tipos do diabetes, causas e fatores de riscos para a doença, bem como complicações e exames para detecção. Essas informações são fundamentais para o processo de conscientização e mudança de hábitos”, alerta.

Fome exagerada, fadiga, muita sede e cicatrização difícil são alguns dos sintomas causados pelo diabetes, diz Sanches. “A doença é silenciosa e tem consequências graves que podem levar à morte. O excesso de açúcar no sangue provoca no nosso organismo várias alterações e prejudica seu perfeito funcionamento. Nossos rins, olhos, corações e cérebro são os principais órgãos afetados”, explica. Para saber mais sobre o conteúdo do curso, acesse www.viasesi.com.br.

Aumento de casos 

Dados da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde do Ministério da Saúde indicam o aumento da enfermidade em 61,8%, no período de 10 anos.  

O crescimento do diabetes é uma tendência mundial, devido ao envelhecimento da população, mudanças dos hábitos alimentares e prática de atividade física. De acordo com a Pesquisa Vigitel, 18% da população das capitais brasileiras consomem alimentos doces em cinco ou mais dias da semana, sendo maior entre mulheres (19,7%) do que entre homens (16,0%). O comportamento é mais comum entre jovens de 18 a 24 (26,2%) seguido pela faixa etária de 25 a 34 (20,6%). O levantamento foi feito, a partir de perguntas que indagavam sobre a frequência semanal do consumo de sorvetes, chocolates, bolos, biscoitos ou doces. 

Com informações do Ministério da Saúde

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